Fonte: Revista "Veja", edição 2.105 , coluna Holofote - Felipe Patury - 25/03/2009
Esta semana, já se pode imaginar um ataque da Record contra a revista "Veja", pois ela "ousou" falar dos desmandos dos líderes da Igreja.
Assuntos diversos. Política, Utilidade Pública,etc.
Fonte: Revista "Veja", edição 2.105 , coluna Holofote - Felipe Patury - 25/03/2009
Esta semana, já se pode imaginar um ataque da Record contra a revista "Veja", pois ela "ousou" falar dos desmandos dos líderes da Igreja.
Item extraído no formulário, segue o link: https://evisaforms.state.gov/DS156_Portuguese.asp
38. IMPORTANTE: TODOS OS REQ UERENTES DEVEM LER E RESPONDER A CADA PERGUNTA.
Não podem ser concedidos vistos a pessoas enquadradas em categorias específicas definidas por lei como inadmissíveis nos Estados Unidos (exceto quando uma autorização tenha sido previamente obtida. Algum dos seguintes ítens se aplica a você ?Alguma vez foi preso ou condenado por qualquer crime, ainda que posteriormente tenha sido perdoado ou anistiado ou beneficiado por outra ação legal? Alguma vez distribuiu ou vendeu ilegalmente substâncias controladas (drogas), praticou ou foi agenciador de prostituição?
Sim Não
Alguma vez teve sua entrada nos Estados Unidos recusada, ou foi sujeito a uma audiência de deportação, ou procurou obter ou ajudou outros a obter um visto de entrada nos Estados Unidos, ou outro benefí cio de imigração por meio de fraude ou declarações falsas? Alguma vez frequentou uma escola pública (primária ou secundária) nos Estados Unidos com um visto de estudante (F) depois de 30 de novembro de 1996, sem ter reembolsado a escola?
Sim Não
Pretende entrar nos Estados Unidos para praticar violações no controle de exportação, ou atividades subversivas ou terroristas, ou qualquer outra atividade ilegal? É membro ou representante de alguma organização terrorista atualmente designada pelo Secretário de Estado dos Estados Unidos? Alguma vez participou de perseguições sob a orientação do Governo Nazista da Alemanha, ou participou de genocídio?
Sim Não
Já violou as normas de um visto estadunidense que lhe foi concedido, permaneceu ilegalmente ou foi deportado dos EUA?
Sim Não
Alguma vez manteve uma crianç a cidadã estadunidense fora dos Estados Unidos, separada da pessoa a quem a custódia foi legalmente concedida por um tribunal nos Estados Unidos; alguma vez votou nos Estados Unidos em violação de alguma lei ou regulamento, ou renunciou à cidadania estadunidense com o propó sito de fugir dos impostos?
Sim Não
Alguma vez sofreu de doenç a infecto-contagiosa de importância para a saúde pública ou alguma perturbação física ou mental perigosa, ou alguma vez utilizou ou foi viciado em drogas?
Sim Não
Uma resposta AFIRMATIVA não significa automaticamente ineligibilidade para um visto, mas se respondeu SIM para quaisquer das perguntas acima, poderá ser chamado a comparecer pessoalmente perante um oficial consular.
39. Este formulário foi preenchido por outra pessoa em seu favor?
Sim Não (Se a resposta for AFIRMATIVA, responder à questão 40.)
Li este artigo em 2001, mas continua muito atual, vale a pena ler.
Você Está Demitido - por Stephen KanitzVocê é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
-Levante-se e saia da sala.
-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral. Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se acrise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
(artigo publicado na VEJA, edição 1726, ano 34, n. 45, 14.11.2001)
Um cachorro estava, no meio da floresta, a morder uns restos de ossos quando surge atrás dele uma onça faminta. Pressentindo que iria virar almoço de onça, o cachorro pensa rápido e fala bem alto, sem olhar para trás :
- HUMMM... QUE ONÇA DELICIOSA QUE ACABEI DE COMER...
Ouvindo isso a onça fica assustada e sai correndo com medo do tal cachorro. Só que um macaco no alto de uma árvore viu tudo e foi correndo contar à onça sobre o golpe do cachorro.
A onça volta ao local junto com o macaco... O cachorro novamente percebe a situação, pensa rápido e diz, bem alto, sem sequer se mexer:
- CADÊ AQUELE MALDITO MACACO ? JÁ FAZ MEIA HORA QUE MANDEI ELE BUSCAR OUTRA ONÇA E ATÉ AGORA NADA !!!
“A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real.” BARBOSA, Rui (1849-1923) escritor, jurista, diplomata e estadista brasileiro
“Ninguém gasta o dinheiro dos outros (impostos) com o mesmo cuidado com que gasta o próprio.” FRIEDMAN, Milton (1912-2006) economista americano, Prêmio Nobel de 1976
“Existe toda a diferença do mundo em tratar pessoas igualmente e tentar torná-las iguais” HAYEK, Friedrich August (1899-1992) Prêmio Nobel da Economia de 1974
"Só os homens de bem podem amar a liberdade, pois os demais amam apenas a licença, quando ninguém deve a sua liberdade à licença de ninguém". John Milton (1608 – 1674)
"Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele" KING, Martin Luther, pastor e ativista político norte-americano, 1929-1968.